sábado, 30 de junho de 2012

Japonesa deixa filho morrer enquanto conversa na internet


Uma mãe japonesa deixou o filho, de 19 meses, morrer enquanto conversava num fórum na Internet. A polícia já prendeu a mulher e investiga o caso.

Yumiko Takahashi, 29 anos, deixou o filho, Neo de 19 meses, morrer enquanto conversava num fórum na Internet. A mulher esteve com o filho na tarde do dia 24 de junho quando este já se encontrava doente. Ainda assim, Yumiko ignorou os sinais de febre do bebé e deixou-o sozinho no quarto.

O autópsia realizada ao corpo da criança indica que morreu na madrugada do dia 26 de junho e que esteve quase um dia morto até a mãe se aperceber do sucedido. A polícia já fez saber que prendeu a mulher por suspeitas de negligência e que agora decorrem as "necessárias investigações".

Yumiko já tinha perdido dois filhos anteriormente: um pouco depois de nascer, por razões que não são conhecidas, e outro devido a uma queda da varanda do seu apartamento. "Procurava consolo na Internet há mais de três anos porque entrei em depressão depois de perder os meus dois filhos", justificou-se.

Este caso não é inédito. Em 2010, um casal sul-coreano também deixou o seu filho de três meses morrer porque estiveram mais de 12 horas seguidas a "cuidar" do filho virtual num jogo na internet.


Internet: Há Redes Sociais para todos os gostos


Enquanto o Facebook se orgulha de ter mais de 845 milhões de utilizadores, existem redes sociais que fazem gala da sua exclusividade como a "Affluence.org", onde só entra quem tem no mínimo um milhão de dólares. 

No Dia Mundial das Redes Sociais, que se celebra sábado, a agência Lusa visitou sítios criados para os mais variados e estranhos gostos, mas nem todos de "entrada livre".

A "affluence.org", que se auto-intitula como o "country club digital mais exclusivo do mundo", é uma das redes sociais mais difíceis de entrar. Ali só entra quem tem um património mínimo de um milhão de dólares ou um rendimento anual de, pelo menos, 200 mil dólares.

Ao contrário do que acontece com o "Affluence", em que qualquer pessoa pode tentar inscrever-se (a Lusa tentou mas foi negado o acesso), existem redes sociais onde só se entra por convite.

Um desses casos é a "aSmallWorld", um espaço que só aceita ricos, famosos ou pessoas influentes. Noami Campbell, Paris Hilton, Quentin Tarantino e James Blunt são algumas das estrelas que a smallworld se orgulha de ter na lista de utilizadores.

Para quem ainda não atingiu o estrelado mas aspira a ser famoso, existe o www.taltopia.com, onde os novos cantores, atores, comediantes, fotógrafos ou modelos podem mostrar o seu valor. Na taltopia há uma "wall of fame" e uma zona de oferta de castings, que neste momento está à procura de grávidas, pessoas com distúrbios sexuais e viciados em bronzeamento.

No mundo das redes sociais, os mais famosos continuam a ser o Facebook (com mais de 845 milhões de utilizadores), o MySpace ou o Orkut. Mas as redes especializadas começam a atrair cada vez mais a atenção de pequenos grupos com gostos comuns.

Apaixonados por literatura, por cerveja ou animais de estimação e até grupos de mulheres que partilham os dramas e alegrias da maternidade organizam-se nas redes sociais, onde até é possível encontrar um espaço onde as pessoas podem deixar os seus desejos para depois de mortas.

Os apreciadores de cerveja reúnem-se na "Untappd", um espaço onde os utilizadores vão escrevendo o que estão a beber. Como numa espécie de pub, as cervejas estão sempre a sair.

No Skoobs ("books" escrito ao contrário) encontram-se amantes da literatura. Com cerca de 420 mil utilizadores, às vezes abandonam a internet e organizam reuniões literárias em livrarias.

Outras redes que reúnem amantes de livros são o "anobii.com" (com fóruns de discussão e lista das obras mais populares) e o "Book-in-a-Week", onde os utilizadores podem aprender técnicas de escrita.

A pensar nas mães nasceu o "www.cafemom.com", um espaço feminino onde se discute tudo o que envolve a maternidade, os filhos e o casamento. Entre os temas em debate, a não substituição do papel higiénico é um dos problemas da semana, com centenas de "mães" a criticarem os "pais".

Existem ainda redes sociais que juntam quem acredita num mundo melhor: a Wiser é uma espécie de aldeia global para os defensores de um mundo mais justo e sustentável e a "Care2" que reúne pessoas dispostas a defender causas, que vão desde uma vida mais saudável à defesa dos animais e do meio ambiente.

Os amantes da banda desenhada encontram-se na "ComicSpace" e quem gosta de áudio e música pode escolher entre o "Cycloop" (que permite aos utilizadores criarem experiências personalizadas), ou o "Blip.fm", onde os "DJs" podem publicar músicas com textos curtos, semelhante ao twitter.

Já para quem procura o autoconhecimento, gosta de debater os dilemas existenciais e experiências de vida o melhor será mesmo pertencer à "YuBliss".

Para quem não quer dar trabalho depois de morte, existe o "MyLastWish.net", uma rede social onde as pessoas podem partilhar com os amigos e família informações úteis para o enterro, como a música que gostaria de ter no funeral, se preferia ser cremada ou enterrada e o que pensa sobre a doação de órgãos. Depois de a pessoa morrer é possível aos amigos e família deixar mensagens, fotografias e vídeos. Assim como comentar mensagens deixadas pelos outros.


sexta-feira, 29 de junho de 2012

Esta ilha está à venda por 4 milhões de euros






Chama-se King's Island, tem 105 hectares e fica a pouco mais de 300 metros da Escócia continental e está à venda por 4 milhões de euros. Já tem casa para os barcos, heliporto e um observatório.

As imagens, disponibilizadas pela imobliária Rightmove, mostram um cenário paradisíaco com heliporto junto à casa de quatro quartos.

A doca para os barcos fica no Loch Craignish na zona da ilha que foi mais intervencionada pelo homem, de acordo com o Daily Mail.


Site vasculha Facebook e mostra quem consome drogas ou está de ressaca

O novo site divulga a informação pública dos utilizadores no Facebook

O novo site divulga a informação pública dos utilizadores no Facebook 

Choi Fong detesta o chefe, Jamie está de ressaca, Rahim diz que Deus fuma cannabis e Sandra anuncia que acabou de mudar de número de telemóvel. Tudo isto foi publicado em comentários no Facebook e é agora divulgado num novo site que pretende alertar para a importância de um mundo com mais privacidade. 

Chama-se We know what you’re doing (Sabemos o que anda a fazer) e sabe muitas coisas que as pessoas fazem e, que, por vezes, preferiam não revelar. Callum Haywood, um estudante britânico de 18 anos, criou um site onde disponibliza listagens de actualizações que os utilizadores partilham publicamente no Facebook e que são acessíveis a quem quer que tenha uma conta no site.

No projecto, que descreve como uma “experiência”, Haywood separou a informação pelas categorias “Quem quer ser despedido?”, “Quem está de ressaca?”, “Quem consome droga?” e “Quem tem um novo número de telefone?”. A fase seguinte consistiu em aplicar uma ferramenta que recolhe as entradas onde aparecem “palavras-chaves” que se inserem nestas categorias. A partir de então, qualquer pessoa pode ter acesso a esta informação, desde que as definições de privacidade no Facebook não estejam activadas.

“Choca-me muito o que as pessoas revelam nas suas entradas públicas do Facebook”, declarou Haywood à televisao norte-americana CNN. Com a sua criação, o estudante de Nottingham quis provar que a privacidade nas redes sociais é uma ilusão. “Criei-o para que as pessoas tenham noção das questões que levanta colocar esse tipo de informação no Facebook sem definições de publicidade activadas”, acrescentou.

O site foi lançado esta segunda-feira e no dia seguinte contava com mais de 120 mil visitantes únicos e quase cinco mil "gosto" no Facebook. O criador diz ter-se inspirado, em parte, na apresentação de Tom Scott (vídeo em baixo) no Ignite London Conference, em 2011, intitulada "I Know What You Did Five Minutes Ago" (Eu sei o que fizeste há cinco minutos).

Apesar da sensibilização para questões de privacidade na Internet, nos últimos anos registaram-se vários casos de pessoas que foram despedidas por terem publicado comentários ou atitudes ofensivas online, alguns dos quais foram divulgados pelo site Business Insider.

Callum Haywood avisa no seu site que não se responsabiliza pelos comentários colocados, mas disponibiliza-se para retirar alguma publicação mais comprometedora, a pedido do utilizador. No entanto, alertando para o excesso de divulgação de assuntos privados, recorda que isso não a apagará do Facebook.




fonte: Público

Os Mac estão menos imunes a vírus e a Apple já o percebeu


É o fim de uma era. A Apple deixou de poder gabar-se da imunidade dos seus computadores aos vírus informáticos. Cada vez mais os Mac estão a ser infectados pormalware. Esta mudança de paradigma até já encontrou reflexo na publicidade da empresa. Uma alteração difícil de imaginar no tempo de Steve Jobs, diz um especialista contactado pelo PÚBLICO. 

Em abono da verdade, os Mac e o sistema operativo da Apple - o OS X - nunca foram inexpugnáveis. Sempre houve vírus a penetrar nos sistemas da empresa, mas a verdade é que era um problema residual e infinitamente menor que o malware produzido para infectar PC (personal computers) equipados com o sistema operativo Windows, da Microsoft.

Porém, com a crescente utilização de produtos da Apple - que nos últimos anos criou objectos imensamente populares, como sejam o iPhone e o iPad -, acabou o tempo em que a empresa californiana se podia gabar de ter utilizadores que nem precisavam de fazer nada para estarem a salvo dos vírus. Era isso mesmo que os anúncios da Apple referiam até há bem pouco tempo. Agora, o slogan Safeguard your data. By doing nothing “[Guarde os seus dados. Não fazendo nada”] foi substituído por outro, mais matizado: Safety. Built in [Qualquer coisa como “Segurança a partir de dentro”].

Outro slogan recente da empresa era este: It doesn't get PC viruses [Não apanha os vírus dos PC]. Actualmente, esta frase foi substituída por uma outra, mais cautelosa: It's built to be safe[Construído para ser seguro]. O antes e o depois pode ser consultado aqui.

De acordo com Graham Cluley, consultor sénior da firma de segurança informática Sophos, esta atitude de “dar a mão à palmatória” seria difícil de imaginar nos tempos de Steve Jobs (o histórico CEO da Apple que morreu em Outubro do ano passado). 

Em declarações ao PÚBLICO, Graham Cluley comenta: “Isto sugere que a atitude da empresa perante a segurança poderá estar a mudar lentamente. É difícil imaginar tamanha mudança de linguagem ser usada quando o Steve Jobs dirigia a empresa”.

A revolução de Abril 

Esta mudança tornou-se clara para todos em Abril último, quando uma botnet (conjunto de computadores ligados em rede que correm o vírus automaticamente e podem ser programados para atacar um mesmo alvo em simultâneo) que dava pelo nome de Flashback atingiu mais de 600 mil Mac em todo o mundo, mais de metade dos quais só nos EUA. Oshackers aproveitaram-se de fragilidades em programas Java para acederem a computadores da Apple e daí retirarem informações sigilosas como palavras-passe e dados de contas bancárias.

Graham Cluley também confirma a mudança que tem ocorrido nos últimos tempos: “Recentemente, temos vindo a detectar um aumento no número de ‘infecções’ nos Mac. O nosso estudo mais recente a este respeito descobriu que aproximadamente um em cada 26 Mac estava infectado com alguma espécie de malware”.

“O problema é real e a Apple parece estar a ficar um bocadinho mais corajosa a admitir este problema”, acrescenta Cluley. 

“Esperemos que cada vez mais proprietários de Mac percebam a importância da instalação de antivírus”, referiu ainda o perito em segurança informática.

O PÚBLICO contactou também o português Rui Santos, autor do livro “Fundamental do MAC OS X”, que constatou que “a Apple, devido ao crescente número de utilizadores, começa a ser um alvo apetecível para os hackers”.

Rui Santos frisa, porém, que “o facto de o Mac estar hoje mais susceptível de apanhar vírus não retira o que de bom têm os Mac, que é a conjugação de um software desenvolvido especificamente para um hardware, o que faz do Mac uma máquina fiável e rápida”.

fonte: Público

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...