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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Os Mac estão menos imunes a vírus e a Apple já o percebeu


É o fim de uma era. A Apple deixou de poder gabar-se da imunidade dos seus computadores aos vírus informáticos. Cada vez mais os Mac estão a ser infectados pormalware. Esta mudança de paradigma até já encontrou reflexo na publicidade da empresa. Uma alteração difícil de imaginar no tempo de Steve Jobs, diz um especialista contactado pelo PÚBLICO. 

Em abono da verdade, os Mac e o sistema operativo da Apple - o OS X - nunca foram inexpugnáveis. Sempre houve vírus a penetrar nos sistemas da empresa, mas a verdade é que era um problema residual e infinitamente menor que o malware produzido para infectar PC (personal computers) equipados com o sistema operativo Windows, da Microsoft.

Porém, com a crescente utilização de produtos da Apple - que nos últimos anos criou objectos imensamente populares, como sejam o iPhone e o iPad -, acabou o tempo em que a empresa californiana se podia gabar de ter utilizadores que nem precisavam de fazer nada para estarem a salvo dos vírus. Era isso mesmo que os anúncios da Apple referiam até há bem pouco tempo. Agora, o slogan Safeguard your data. By doing nothing “[Guarde os seus dados. Não fazendo nada”] foi substituído por outro, mais matizado: Safety. Built in [Qualquer coisa como “Segurança a partir de dentro”].

Outro slogan recente da empresa era este: It doesn't get PC viruses [Não apanha os vírus dos PC]. Actualmente, esta frase foi substituída por uma outra, mais cautelosa: It's built to be safe[Construído para ser seguro]. O antes e o depois pode ser consultado aqui.

De acordo com Graham Cluley, consultor sénior da firma de segurança informática Sophos, esta atitude de “dar a mão à palmatória” seria difícil de imaginar nos tempos de Steve Jobs (o histórico CEO da Apple que morreu em Outubro do ano passado). 

Em declarações ao PÚBLICO, Graham Cluley comenta: “Isto sugere que a atitude da empresa perante a segurança poderá estar a mudar lentamente. É difícil imaginar tamanha mudança de linguagem ser usada quando o Steve Jobs dirigia a empresa”.

A revolução de Abril 

Esta mudança tornou-se clara para todos em Abril último, quando uma botnet (conjunto de computadores ligados em rede que correm o vírus automaticamente e podem ser programados para atacar um mesmo alvo em simultâneo) que dava pelo nome de Flashback atingiu mais de 600 mil Mac em todo o mundo, mais de metade dos quais só nos EUA. Oshackers aproveitaram-se de fragilidades em programas Java para acederem a computadores da Apple e daí retirarem informações sigilosas como palavras-passe e dados de contas bancárias.

Graham Cluley também confirma a mudança que tem ocorrido nos últimos tempos: “Recentemente, temos vindo a detectar um aumento no número de ‘infecções’ nos Mac. O nosso estudo mais recente a este respeito descobriu que aproximadamente um em cada 26 Mac estava infectado com alguma espécie de malware”.

“O problema é real e a Apple parece estar a ficar um bocadinho mais corajosa a admitir este problema”, acrescenta Cluley. 

“Esperemos que cada vez mais proprietários de Mac percebam a importância da instalação de antivírus”, referiu ainda o perito em segurança informática.

O PÚBLICO contactou também o português Rui Santos, autor do livro “Fundamental do MAC OS X”, que constatou que “a Apple, devido ao crescente número de utilizadores, começa a ser um alvo apetecível para os hackers”.

Rui Santos frisa, porém, que “o facto de o Mac estar hoje mais susceptível de apanhar vírus não retira o que de bom têm os Mac, que é a conjugação de um software desenvolvido especificamente para um hardware, o que faz do Mac uma máquina fiável e rápida”.

fonte: Público

domingo, 24 de junho de 2012

Máquina de bebidas oferece refrigerante a troco de tweets


Uma empresa de África do Sul colocou na Cidade do Cabo uma máquina de bebidas que permite tirar uma lata de refrigerante a troco de mensagens no Twitter

A ideia partiu da BOS Ice Tea, uma empresa sul-africana que comercializa bebidas, numa acção de marketing que está a decorrer na Cidade do Cabo.

Baptizada de Bev, a máquina especial dá uma lata de ice tea aos consumidores que publicarem uma mensagem no Twitter com um hashtag específico.

Depois de publicada a mensagem e o hashtag identificado pelo software da máquina, o equipamento entrega uma lata da bebida e a mensagem surge num painel instalado na parte frontal da máquina de bebidas.

Para levar ainda mais além o sucesso da Bev, a máquina conta com contas no Facebook e no Twitter, onde os seus fãs podem seguir os passos do aparelho, que em breve vai percorrer outras cidades de África do Sul.

Citado pela BBC um dos fundadores da BOS Ice Tea, Grant Rushmere, refere que com esta iniciativa a empresa pretende «interagir fisicamente com o máximo número de pessoas possível», ao mesmo tempo que promove um dos seus novos produtos.

fonte: Sol

Aterragem difícil causou brechas na fuselagem de avião



Um avião de uma companhia aérea japonesa fez uma aterragem tão violenta que o impacto no solo abriu brechas na fuselagem do Boeing 767. Veja o vídeo.

Aterragens difíceis de aviões não são novidade. Com chuva e ventos fortes, é comum ver aeronaves a pousar com algumas dificuldades. Mas, um avião da companhia japonesa ANA sofreu danos da fuselagem em consequência de uma aterragem difícil.

A aterragem deste avião, identificado como um Boeing 767, é apenas mais um exemplo de aterragens difíceis que ultimamente têm sido testemunhadas e filmadas.

É o caso dos aviões em dificuldades no aeroporto de Bilbao, no dia em que o Sporting voou até à cidade basca para defrontar a equipa local, em jogo das meias-finais da Liga Europa.

Antes ainda neste ano, um vídeo de aviões a aterrar em condições de ventos cruzados, no aeroporto de Dusseldorf, na Alemanha, tornou-se viral.

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